O que faz uma escola se sentir segura?
Em uma matéria recente sobre a Guiana, o IIPE-UNESCO chama atenção para algo essencial: segurança escolar também tem a ver com pertencimento, escuta, respeito e apoio da comunidade.
É justamente aí que essa conversa encontra os Jogos Cooperativos.
Quando uma escola cria espaços em que as pessoas podem participar, confiar umas nas outras, assumir responsabilidades e construir juntas, a convivência muda. E essa mudança não acontece apenas no discurso. Ela precisa ser experimentada.
Em Jogos Cooperativos: Se o importante é competir, o fundamental é cooperar, Fábio Otuzi Brotto aprofunda essa reflexão e apresenta caminhos para pensar a cooperação como prática educativa e como parte da construção de uma Cultura de Paz.
Mais do que um conjunto de técnicas, a proposta dos Jogos Cooperativos convida educadores, grupos e comunidades a observar como as relações são construídas: quem participa, quem é ouvido, como as responsabilidades são compartilhadas e de que modo o grupo aprende a agir em conjunto.
Este é um convite para olhar com mais atenção para as relações que estamos construindo dentro da escola — e para perceber que segurança e pertencimento também se constroem nas experiências cotidianas de convivência.
Leia a matéria original do IIPE-UNESCO:
La seguridad escolar y el sentido de pertenencia son el eje central de la nueva comunidad de práctica de Guyana
Conheça o eBook:
Jogos Cooperativos: Se o importante é competir, o fundamental é cooperar, de Fábio Otuzi Brotto.